O rali recente ameaça não ter sido sustentado, com várias empresas tecnológicas a negociarem acima do real valor, nomeadamente aquelas que têm investimentos em IA. Com isto, surge quem aposte na desvalorização das ações, os chamados ‘short sellers’.
Os mercados registaram um dia pautado pelo sentimento negativo, sendo que Lisboa e Londres escaparam. Os holofotes recaem agora na reunião que junta presidentes do bancos centrais de todo o mundo, onde Jerome Powell pode levantar o véu sobre decisões a tomar em setembro.
As principais praças europeias terminaram o dia em baixa, mas o Reino Unido fugiu à regra, assim como Lisboa, onde a REN, os CTT e a NOS lideraram os ganhos.
As negociações levam a crer que a economia global vai acelerar e as bolsas reagiram em conformida. Porém, as cotadas do setor da defesa veem-se castigadas, já que o respetivo negócio beneficia das guerras.
É um dos maiores ‘players’ norte-americanos de IA e na segunda-feira viu o grupo japonês Softbank entrar no capital. Podem seguir-se os EUA, que ponderam comprar uma participação de 10%, que faria daquele país o maior acionista da tecnológica.
Os mercados europeus registaram ganhos, de forma mais expressiva nos setores automóvel e do consumo. Seguem-se dados macro como a confirmação da inflação na zona euro e as minutas da Fed.