O valor mediano de avaliação bancária na habitação alcançou os 1.774 euros por metro quadrado (m2) em janeiro, uma subida de 27 euros face ao mês anterior. É o mais elevado desde o início da série do Instituto Nacional de Estatística (INE), em janeiro de 2011.
O Centro, a Península de Setúbal e o Alentejo apresentaram os aumentos mais expressivos face ao mês anterior
(1,8%), tendo-se verificado uma única descida na Região Autónoma dos Açores (-1,4%).
Em comparação com o período homólogo, o valor mediano das avaliações cresceu 14,5%. A variação mais significativa foi registada na Península de Setúbal (14,6%), não tendo ocorrido qualquer descida.
Nos apartamentos, o valor mediano de avaliação bancária foi de 1.993 euros por metro quadrado, mais 15,5% face a janeiro de 2024. Os valores mais elevados foram observados na Grande Lisboa (2.641 euros/m2) e no Algarve (2.293 euros/m2)). O Alentejo apresentou o valor mais baixo, de 1.248 euros/m2.
Entre as moradias, o INE indica que o valor mediano da avaliação bancária foi de 1.326 euros por metro quadrado, o que representa um aumento de 8,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os valores mais elevados observaram-se na Grande Lisboa (2.445 euros/m2) e no Algarve (2.376 euros/m2), enquanto o Centro e o Alentejo registaram os valores mais baixos (1 029 euros/m2 e 1 064 euros/m2, respetivamente).
Para o apuramento do valor mediano de avaliação bancária de janeiro, foram consideradas 35.270 avaliações (22.702 apartamentos e 12.568 moradias), mais 22,1% que no período homólogo. Em comparação com o período anterior, realizaram-se menos 1.901 avaliações bancárias, o que corresponde a uma descida de 5,1%.
Notícia atualizada às 11:46
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