Banco central da China corta nas taxas de juro e anima Wall Street

No início da sessão desta sexta-feira, o S&P 500 cresce 0,30%, para 3.015,60 pontos, o tecnológico Nasdaq valoriza 0,47%, para 8.215,67 pontos e o industrial Dow Jones sobe 0,25%, para 27.214,03 pontos.

Reuters

A bolsa de Nova Iorque abriu a sessão desta sexta-feira animada pelos cortes nas taxas de juro feitas pelo banco central da China, ao mesmo tempo que surgem sinais de cooperação nas trocas comerciais entre as duas maiores economias do mundo dissiparam as preocupações sobre uma desaceleração do crescimento global.

No início da sessão desta sexta-feira, o S&P 500 cresce 0,30%, para 3.015,60 pontos, o tecnológico Nasdaq valoriza 0,47%, para 8.215,67 pontos e o industrial Dow Jones sobe 0,25%, para 27.214,03 pontos.

Este é o segundo corte consecutivo nas taxas de juro feito pelo banco central da China, dias depois da Reserva Federal e o Banco Central Europeu (BCE) reduzirem os custos de empréstimos e deixarem a porta aberta para mais estímulos financeiros.

As negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China continuam esta sexta-feira, com os delegados chineses a visitarem as regiões agrícolas americanas na próxima semana.

Recomendadas

Bolsa nacional acompanha Europa, dominada pelo tema Brexit

Em Lisboa, há quinze empresas cotadas a negociar em alta, uma em baixa e duas sem variação.

Brexit, uma história interminável

O mercado está agora numa fase de algum risco acrescido, que a época de resultados não tem conseguido amenizar, até porque as empresas não fazem milagres e o ambiente económico é hoje bem mais desafiante do que há um ano

Topo da agenda: tudo o que não pode perder na economia e nos mercados esta semana

A reunião do BCE esta quinta-feira será a última do mandato de Mario Draghi, numa semana na qual a incerteza sobre o Brexit irá continuar. A época de resultados chega ao PSI 20, com a Galp e a Jerónimo Martins a divulgarem números do terceiro trimestre.
Comentários