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Banco de Fomento lança segunda fase do programa de apoio a startups deep tech

O período de candidaturas decorre até 4 de fevereiro e é direcionado a startups com base científica e tecnológica. O apoio concedido pode atingir um valor máximo de 750 mil euros, numa dotação total de 15 milhões de euros.
Banco do Fomento
5 Janeiro 2026, 14h53

O Banco Português de Fomento (BPF) e a Estrutura de Missão Recuperar Portugal (EMRP) anunciam a abertura da Fase II do Aviso IFIC Deep Tech, no âmbito do Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC), destinado a apoiar startups deep tech “com forte base científica e tecnológica”, segundo comunicado.

A Fase II destina-se a projetos que não tenham sido submetidos ou aprovados na Fase I, “mantendo como objetivos principais apoiar a validação tecnológica, a escalabilidade e a entrada no mercado de soluções inovadoras”.

De acordo com o BPF, “o apoio é concedido através de instrumentos de capital ou quase-capital, em coinvestimento com investidores privados, em condições de mercado (pari passu), podendo atingir um montante máximo de 750 mil euros por projeto”. A dotação é de 15 milhões de euros.

O processo de avaliação contempla duas etapas: validação da natureza Deep Tech do projeto, assegurada pela Agência Nacional de Inovação (ANI) e avaliação económico-financeira, conduzida pelo Banco Português de Fomento.

Para serem elegíveis, os projetos devem apresentar, entre outros requisitos, um nível de maturidade tecnológica igual ou superior a TRL 4 (indicador internacional que avalia o grau de desenvolvimento de uma tecnologia, sendo exigido que a solução já tenha a prova de conceito validada em ambiente de laboratório), ligação efetiva ao Sistema Científico e Tecnológico Nacional e potencial e crescimento e escalabilidade.

A Linha IFIC Deep Tech é gerida pelo Banco Português de Fomento, em articulação com a Startup Portugal e a Agência Nacional de Inovação (ANI) e destina-se a investimento em capital, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).


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