Bankinter com rácio de capital de 10,61% em cenário muito adverso

O banco que está presente em Portugal, nestes testes do BCE que seguem os mesmos critérios dos testes da EBA, ficaria co, o rácio de CET1 (common equity tier 1) na versão ‘fully loaded’, até 31 de dezembro de 2020, a cair em 114 pontos base num cenário adverso. Baixando para os 10,61% face ao rácio de 11,76% registado no final de 2017.

O Bankinter foi o Banco que melhor resultado obteve na banca espanhola nas provas de esforço do BCE.

Isto porque o BCE realizou o seu próprio teste de esforço aos bancos da União Europeia, em paralelo com a Autoridade Bancária Europeia (EBA), mas apenas para as instituições significativas que, no entanto, pelo seu volume total de ativos não são abrangidas pelo testes de stress da EBA. O exame realizado pelo BCE das entidades sob a sua supervisão direta contempla os mesmos cenários e  a mesma metodologia que a análise realizada pela EBA.

Segundo o site do BCE, “os resultados de todas as instituições significativas [de menor dimensão] serão utilizados para avaliar as necessidades de capital do pilar 2 de cada banco no contexto do processo de revisão e avaliação de supervisão (SREP)”.

O banco liderado por María Dolores Dancausa foi o Banco que melhor resultado obteve na banca espanhola nestes testes  de stress BCE, avança o banco em comunicado.

Os resultados dos testes de esforço realizados pelo Banco Central Europeu (BCE)  nos bancos sob sua supervisão direta, paralelamente aos realizados pela Autoridade Bancária Europeia (EBA), revelam que o Bankinter manteria até 31 de dezembro de 2020, em cenário adverso, um rácio CET1 – common equity tier 1 (na versão fully loaded) de 10,61%, o que implica um impacto de 114 pontos base sobre os 11,76% do capital inicial no final de 2017, ajustado pela adoção do IFRS 9.

“O resultado do Bankinter compara-se favoravelmente ao publicado no exercício da EBA para os bancos espanhóis”, diz a instituição.

 

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