O BCP renovou máximos de 9 anos na sessão de segunda-feira e contrastou com o desvalorização da Galp, que registou uma redução dos lucros. O dia foi particularmente negativo entre as energéticas e Lisboa contrariou o sentimento positivo que se viveu no exterior.
O índice PSI contraiu 0,46% e ficou-se pelos 6.623 pontos, penalizado por uma desvalorização de 3,03% nas ações da Galp, até aos 15,54 euros. Em causa estão receios associados aos resultados apresentados durante a manhã, que conferem um decréscimo de 4% nos lucros.
O dia foi particularmente negativo nas energéticas, com descidas de 1,19% para 2,907 euros na EDP e 0,80% para 8,64 euros na EDP Renováveis. Noutros setores, a Navigator perdeu 1,64% e ficou-se pelos 3,36 euros, ao passo que a Jerónimo Martins recuou 0,81%, até aos 19,67 euros por ação.
Em terreno positivo, o BCP adiantou-se 1,05% e a capitalização de mercado daquele que é o único banco cotado no índice atingiu os 8,14 mil milhões de euros pela primeira vez desde 2016. Em causa renovou um máximo de nove anos (já o havia alcançado na sexta-feira), já que as ações alcançaram os 0,538 euros.
De resto, sobressai a Ibersol, ao subir 3,98%, até aos 8,36 euros por título.
Lá fora, a Alemanha deu o mote para um dia positivo, na medida em que o índice DAX avançou 1,37%. Berlim beneficiou de um disparo de 14% na Rheinmetall, a retirar proveito de um potencial aumento do investimento em Defesa, que deu origem a um upgrade do preço-alvo.
Seguiram-se acréscimos de 0,90% em Itália, 0,51% em Espanha e 0,46% no Reino Unido. França foi palco da subida mais leve, em 0,13%, ao passo que o índice agregado Euro Stoxx 50 ganhou 0,48%.
Esta terça-feira, o destaque na zona euro vai para a divulgação do índice ZEW referente a fevereiro, tanto naquela área como na economia mais forte da mesma, a da Alemanha.
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