BCP manteve-se como o título com maior peso nas carteiras dos fundos

O BCP manteve-se como o título com maior peso nas carteiras dos fundos, representando 11,3% do total investido, com uma descida mensal de 11,2%. Seguiram-se a NOS, cujo valor nas carteiras dos fundos recuou 6,6%, e a Jerónimo Martins, cujo valor recuou 2,6% face a novembro. No que respeita ao investimento em títulos da União Europeia, os mais representativos nas carteiras dos fundos de investimento foram a LVMH, a Siemens e a Diageo.

Em dezembro de 2018, o valor sob gestão dos organismos de investimento coletivo em valores mobiliários (OICVM), vulgarmente conhecidos por Fundos de Investimento Mobiliário, totalizou 10.469,5 milhões de euros, menos 191,3 milhões euros do que em novembro. Nos organismos de investimento alternativo (OIA), o valor mensal sob gestão decresceu 4,1% para 751,5 milhões de euros.

A CMVM divulgou os indicadores Mensais dos Fundos de Investimento Mobiliário de dezembro.

O valor das aplicações em ações de emitentes nacionais registou uma descida de 5,9% em relação ao mês anterior, enquanto nas de emitentes estrangeiros decresceu 6,0%.

No que respeita à dívida pública, o valor das aplicações caiu 1,9% nbcpa nacional, tendo aumentado 3,7% na dívida estrangeira. O valor aplicado em obrigações ficou praticamente inalterado nas de emitentes nacionais e recuou 3,3% nas de estrangeiros.

O BCP manteve-se como o título com maior peso nas carteiras dos fundos, representando 11,3% do total investido, com uma descida mensal de 11,2%. Seguiram-se a NOS, cujo valor nas carteiras dos fundos recuou 6,6%, e a Jerónimo Martins, cujo valor recuou 2,6% face a novembro.

No que respeita ao investimento em títulos da União Europeia, os mais representativos nas carteiras dos fundos de investimento foram a LVMH, a Siemens e a Diageo. Fora da União Europeia destacaram-se a Microsoft, a Nestlé e a Procter & Gamble.

O Luxemburgo continuou a ser o principal destino de investimento dos OICVM em dezembro, ao absorver 14,4% do total das aplicações dos fundos, seguido da Alemanha (14,0%) e do Reino Unido (13,7%). Portugal absorveu 8,4% do investimento.

As sociedades gestoras com as maiores quotas de mercado foram a Caixagest (33,4%), a BPI Gestão de Activos (24,5%) e a IM Gestão de Ativos (17,0%).

Em dezembro foram constituídos três fundos de investimento mobiliário geridos pela Caixagest, concretamente, o “Caixa Wealth Moderado – Fundo de Investimento Mobiliário Aberto”, o “Caixa  Wealth Defensivo – Fundo de Investimento Mobiliário Aberto” e o “Caixa Wealth Arrojado – Fundo de Investimento Mobiliário Aberto”. No mesmo mês foi também constituído o fundo de poupança reforma “Optimize Capital Reforma PPR/OICVM Agressivo – Fundo de Investimento Aberto Harmonizado de Poupança Reforma”.

Ler mais
Recomendadas

Paciência esgotada? Fed deverá abrir hoje a porta para corte da taxa de juro

Debaixo de pressão intensa de Trump e da guerra comercial, Jerome Powell deverá manter as taxas inalteradas, mas vai aproveitar a reunião que termina esta quarta-feira para sinalizar um corte na ‘federal funds rates’ em julho ou em setembro, segundo os analistas. A projeção para a inflação deverá ser revista em baixa.

Apesar da ira de Trump, Sintra não foi palco de ‘guerra cambial’ entre Europa e EUA

Primeiro dia do Fórum do Banco Central Europeu (BCE), em Sintra, ficou marcado pela troca de palavras entre Donald Trump e Mario Draghi. “Não visámos as taxas de câmbio”, disse o presidente do BCE, em resposta à crítica do presidente norte-americano sobre o impacto de possíveis cortes adicionais da taxa de juros na zona euro.

Ásia e sustentabilidade: as lentes dos investidores em 2030, segundo a Allianz Global Investors

O “Investment Fórum 2019” da gestora de investimentos do grupo alemão Allianz, que se realizou em Frankfurt, concluiu ainda que a probabilidade de a guerra comercial continuar é significativa.
Comentários