PremiumBielorrússia e Turquia fora do perímetro das sanções da União Europeia

Os 27 têm sentido dificuldade em assumir uma postura em bloco em relação aos temas internacionais. Josep Borrell continua sem o conseguir.

Era para ter começado esta quinta-feira, mas um contacto do presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, com um elemento da segurança que testou positivo à Covid-19 obrigou o antigo primeiro-ministro belga a entrar de quarentena e adiar a cimeira para 1 e 2 de outubro.

Com uma agenda sobrecarregada com temas internos – robustecimento do mercado único, uma política industrial mais coesa e adaptada aos novos desafios e ainda a digitalização da economia – mas ao mesmo tempo pacíficos, é na frente externa que os trabalhos poderão voltar ao impasse a que os europeus já se habituaram.

Na cimeira falar-se-á principalmente de sanções – um tema que não se encontra na agenda dos 27 todos os dias (ou todas as cimeiras) e que costuma fazer surgir o que de menos consensual existe no agregado. Desta vez será novamente assim, pelo menos em dois temas diferentes: as sanções à Bielorrússia e as sanções à Turquia.

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