A sociedade de advogados BMA – Baptista, Monteverde & Associados leva a discussão, no dia 24 de outubro, os impactos e a interação da inteligência artificial (IA) no campo da propriedade intelectual.
Entre os temas que vão nortear o encontro “Propriedade Intelectual e Inteligência Artificial: a Transformação e o Desafio Jurídico”, que decorre durante a manhã de sexta-feira no Museu do Oriente, em Lisboa, estão o treino de modelos de IA com conteúdos protegidos, a análise de “outputs” gerados por IA e a violação de direitos de propriedade intelectual.
A conferência inédita do escritório de advogados, que deverá decorrer anualmente, revela ao JE Paulo Monteverde, sócio da BMA, “reúne especialistas nacionais e internacionais que irão debater os impactos da inteligência artificial no âmbito da propriedade intelectual, promovendo um espaço de reflexão crítica e multidisciplinar”.
O programa da conferência lista como moderadores e oradores Nuno Teodoro, (head of Group Cybersecurity no Solaris Bank e professor convidado do ISCTE), Alexandre Sousa Pinheiro (advogado e professor da Universidade Europeia), Petra Fernandes, Joana Cunha Reis, Paulo Monteverde, Filipe Baptista e Margarida Vaz (advogados da BMA), Nuno Sousa e Silva (professor da Universidade Católica Portuguesa do Porto e advogado da PTCS), Chun Wright (fundadora da Law Office of Chun T. Wright, PLLC), Ana Margarida Bandeira (presidente do Instituto Nacional da Propriedade Industrial), Luísa Ribeiro Lopes (presidente da Associação DNS.PT) e Joana Jerónimo Soares Correia (presidente do ARBITRARE). Até ao momento, o evento soma mais de 170 inscrições.
Fundada em 2008, a BMA tem o domínio da propriedade intelectual entre as suas áreas de especialidade, contando com um leque de clientes internacionais das indústrias química, life sciences, telecomunicações, media e tecnologias da informação.
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