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Bolsa de Lisboa recupera e encerra no “verde”

O índice de referência nacional fechou a negociação a valorizar 0,10% (8.567,52 pontos), impulsionado pelas ações da NOS (+1,80%) e do BCP (+1,73%)
O CEO do Millennium bcp, Miguel Maya Dias Pinheiro, à chegada para intervir durante a conferência de imprensa para apresentação dos resultados do 1º trimestre de 2025, em Oeiras, 21 de maio de 2025. TIAGO PETINGA/LUSA
14 Janeiro 2026, 18h14

O PSI encerrou a sessão desta quarta-feira em alta ligeira, invertendo a tendência negativa registada ao longo do dia. O índice de referência nacional fechou a negociação a valorizar 0,10% (8.567,52 pontos), impulsionado pelas ações da NOS (+1,80%) e do BCP (+1,73%), que contrabalançaram o tombo de mais de 3% da Jerónimo Martins.

Em terreno positivo negociavam, no final da sessão, a EDP Renováveis (0,78%), a REN (0,61%), a Teixeira Duarte (0,33%), a Galp (0,31%), a Sonae (0,24%), a Mota-Engil (0,12%), a Altri (0,11%) e a EDP (0,07%).

A pressionar a bolsa de Lisboa estiveram, por outro lado, a Jerónimo Martins (-3,81%), que apresentou resultados na terça-feira, a Semapa (-1,80%), os CTT (-0,69%) e a Ibersol (-0,20%).

Quando às restantes praças europeias, o alemão DAX fechou o dia a cair 0,42% e o francês CAC a desvalorizar 0,19%, enquanto o espanhol IBEX terminou a ganhar 0,05%.

“As bolsas europeias encerraram divididas entre os ganhos ligeiros do IBEX e as perdas de 0,5% do DAX. O PSI conseguiu encerrar em alta, à boleia de ganhos mais expressivos de NOS (+1,8%) e BCP (+1,7%), que recebeu novos upgrades de avaliação, ofuscando a reação negativa aos dados preliminares de vendas da J.Martins, cujo crescimento até veio em linha com o esperado, mas com o regresso da deflação ao cabaz de compras na Polónia, de ondem vêm cerca de 70% das suas receitas, a ser mal recebido pelo mercado. No exterior de destacar a valorização de 7% da Bayer, depois da finlandesa Orion ter previsto um forte crescimento nas vendas de um medicamento para o cancro de próstata no qual as empresas são parceiras, contrastando com o tombo da Fresenius Medical, depois de o CEO ter referido que 2026 será um ano de transição”, lê-se numa das notas de análise do Millennium Investment Banking.

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