Bombeiros portugueses que prestaram socorro durante as cheias de Moçambique ainda não receberam

A missão contou com um total de 70 operacionais, mas cerca de 30 bombeiros profissionais e voluntários ainda não receberam o pagamento devido. A dívida data de março de 2019, quando o ciclone Idai devastou Moçambique.

Cerca de 30 bombeiros profissionais e voluntários portugueses rumaram para Moçambique em março de 2019, para ajudar as vítimas do ciclone Idai, mas o pagamento ainda não chegou. Quase um ano após o desastre que se abateu sobre Moçambique, a Proteção Civil está à espera de autorização para proceder ao pagamento de 35 mil euros, avança o ‘Jornal de Notícias’ esta quarta-feira, 15 de janeiro.

O valor em dívida corresponde à participação dos operacionais nas ações de resgate e apoio à população que foi afetada pelo ciclone. A Proteção Civil esclareceu à publicação que “não estão em causa remunerações, mas sim abonos devidos a título de ajudas de custo por deslocação ao estrangeiro”. De acordo com a entidade, este atraso deve-se ao facto de os operacionais não terem “vínculo permanente de emprego público”.

Na altura, foram deslocados 10 operacionais da Força Especial de Bombeiros e 20 bombeiros voluntários provenientes de oito corporações de Santarém. Alguns operacionais envolvidos destacam ao JN que o Estado ainda não reconheceu os participantes desta missão, quer em louvores ou condecorações.

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