Brussels Airlines vai expandir oferta de voos em setembro e outubro

O relançamento dos voos de longo curso da companhia aérea belga fica adiado até agosto.

A Brussels Airlines vai expandir a sua oferta de voo nos próximos meses de setembro e outubro, depois de já ter retomado os voos para os aeroportos nacionais do continente, Lisboa, Porto e Faro, no presente mês de junho.

Segundo um comunicado da companhia aérea, “a Brussels Airlines lançou o seu calendário de voos para setembro e outubro, oferecendo mais destinos e frequências adicionais, quer em rotas de lazer, quer de negócios”.

“Durante estes meses, o companhia aérea belga irá operar a 45% da sua oferta normal, com 27 aeronaves. Devido às condicionantes de voos existentes, o relançamento das operações de longo curso da Brussels Airlines, orignalmente planeado para 22 de junho, foi adiado até agosto”, explica a Brussels Airlines.

De acordo com os responsáveis da companhia aérea belga, “adaptada à procura do mercado e à restrições de voos, a a nova rede da Brussels Airlines inclui uma gama de destinos de férias, assim como de destimos de negócios”.

Em setembro e outubro, a Brussels Airlines vai acrescentar frequências às rotas que já relançou, além de proporcionar novos destinos.

No voos de médio curso, os destinos previstos para setembro e outubro serão Basileia, Birmingham, Bolonha, Edimburgo, Gotemburgo, Milão (Linate) e Varsóvia.

 

Ler mais
Recomendadas

Luís Filipe Vieira recandidata-se à presidência do SL Benfica

O dirigente máximo dos ‘encarnados’ fez a revelação na reunião dos órgãos sociais que teve lugar esta terça-feira e assumiu-se como candidato à presidência do clube. Caso seja reeleito, poderá manter-se à frente das ‘águias’ até outubro de 2024.

EDP: Despacho de juiz alude a troca de favores entre Mexia e Manuel Pinho

Segundo o MP, foi também acordado, que da parte do ministro haveria a concessão de benefícios indevidos à EDP, através do exercício das suas funções públicas, tendo como contrapartida o apoio da EDP à sua carreira profissional e académica quando saísse do Governo.

CIP apela à aprovação do plano de recuperação: “Previsões de Bruxelas são um novo sinal vermelho”

A Confederação Empresarial de Portugal defende ainda a “rápida” intervenção do Governo português, que passa pela criação de uma ‘bazuca’ nacional’ “que faça mesmo a diferença”.
Comentários