O preço do cabaz alimentar aumentou 4,07 euros esta semana, passando agora a ter um custo de 253,09 euros, o valor mais elevado desde 2022, segundo a análise da Deco Proteste.
Composto por 63 produtos, o cabaz custa agora mais 11,69 euros do que há um ano. Já há quatro ano, o valor deste cabaz era inferior em 65,39 euros.
Os cereais de fibra foram os que mais aumentaram o preço na última semana (entre 28 de janeiro e 4 de fevereiro), passando de 3,86 euros para 4,50 euros. Seguiu-se os cereais integrais, com um crescimento de 14% no preço.
O salmão também foi um dos produtos que viu o seu preço aumentar, 6%, para 14,98 euros. A maçã golden seguiu o mesmo caminho, estando agora a um preço de 2,04 euros, juntamente com o porco lombo sem osso, que tem um preço de 5,98 euros.
Em comparação com o período homólogo, a curgete foi o alimento que registou a maior diferença de preço, de 33%, estando agora a custar 2,85 euros. Segue-se o novilho carne para cozer, que teve um aumento de 32% e os ovos, fecham o pódio, com um crescimento de 31%.
O robalo também foi dos que mais aumentou o preço, 27%, estando agora a um preço de 9,60 euros. O café torrado registou um crescimento de 21% e a pescada fresca subiu 18%.
A curgete foi também o alimento que apresentou o maior aumento de preço desde o início do ano, de 51%, assim como a dourada, cujo preço subiu 17%. O arroz carolino aumentou 14%, passando a custar 1,58 euros e o azeite virgem extra teve uma subida de 9%, para 6,83 euros.
Desde o início da análise da Deco a este cabaz, em janeiro de 2022, o novilho para cozer foi o que registou o maior aumento de preço, de 132%, seguido dos ovos, com 86% e da polpa de tomate, com 71%.
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