Câmara do Funchal quer utilizar capacidade de endividamento de 70 milhões de euros para manter investimento na cidade

O presidente da autarquia do Funchal explicou que esta capacidade de financiamento de 70 milhões de euros será utilizada “junto dos nossos parceiros comerciais, junto de entidade financeiras” para poder financiar a continuidade do investimento na cidade, “mantendo sempre os eixos que se pretende estabelecer na cidade como: equidade e justiça social; sustentabilidade ambiental, económica e social; reabilitação urbana; envolvimento de cidadãos e participação cívica; investimento em novas tecnologias e inovação e investimento inteligente”.

O presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Gouveia, disse que a autarquia tem uma capacidade de endividamento de 70 milhões de euros, uma verba que o autarca disse que pretende utilizar para continuar o investimento.

Miguel Gouveia disse que esta intenção de recorrer ao endividamento “é excepcional”, tendo em conta a situação de pandemia e a perspetiva de uma crise social e económica.

O autarca refere que vai utilizar esta capacidade de financiamento de 70 milhões de euros “junto dos nossos parceiros comerciais, junto de entidade financeiras” para poder financiar a continuidade do investimento na cidade, “mantendo sempre os eixos que se pretende estabelecer na cidade como: equidade e justiça social; sustentabilidade ambiental, económica e social; reabilitação urbana; envolvimento de cidadãos e participação cívica; investimento em novas tecnologias e inovação e investimento inteligente”.

O presidente da autarquia diz que os munícipes podem ter esperança de se continuar a investir na cidade “se não existirem boicotes como o que há este ano com o orçamento municipal”.

Miguel Gouveia reforçou que o município já teve uma dívida superior a 100 milhões de euros, que “foi reduzida em dois terços” o que permite olhar “o futuro com alguma esperança, um futuro que está cheio de incertezas no meio de pandemia, numa crise social e económica que se avizinha e que em alguns casos já se sente”.

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