A Mota-Engil México, através da Generadora Fénix, recebeu esta semana a primeira unidade móvel de turbo-geração SGT-A45, fabricada pela Siemens, que irá contribuir para produção de energia elétrica no México.
O evento teve como objetivo simbolizar o arranque da primeira fase do Projeto da Central de Produção Elétrica Jorge Luque.
A primeira fase deste projeto arranca com um investimento de 2.800 milhões de pesos (121 milhões de euros) para alcançar uma capacidade total de produção de 100 MW.
Recorde-se que a Generadora Fénix, empresa mexicana, é resultado da parceria estratégica entre a Mota-Engil México e o Sindicato Mexicano de Electricistas (SME),
“Na primeira fase, com entrada em operação em junho de 2019, a central alcançará uma produção de 33 Mw. A segunda, em outubro de 2019, e a terceira, que está prevista para concluir em março de 2020, permitirá alcançar uma capacidade total de 100 MW”, avança um comunicado da Mota-Engil.
Segundo esse documento, “o projeto Jorge Luque na sua versão integral, contempla uma produção de 1.700 MW, e realizar-se-á gradualmente através de um investimento total aproximado de 30 mil milhões de pesos (1,3 mil milhões de euros)”.
No evento, onde participaram governantes mexicanos, e representantes da Mota-Engil e da Generadora Fénix, primeiro operador privado do setor elétrico no México, os responsáveis desta última empresa reiteraram o seu compromisso de
investimento de acordo com os programas públicos do sector energético, de modo a manter uma participação significativa no mercado eléctrico mexicano, conseguindo assim dar seguimento à reintegração dos trabalhadores do Sindicato Mexicano de Electricistas (SME), contratando trabalhadores locais para a operação e
manutenção dos empreendimentos elétricos.
“A Generadora Fénix é uma empresa mexicana resultado da parceria celebrada em 2015 entre a Mota-Engil e o Sindicato Mexicano de Electricistas (SME), constituindo o primeiro operador privado no setor elétrico no México. A empresa resultou da necessidade do SME de associar um parceiro estratégico e com capacidade para investir nos empreendimentos que haviam sido atribuídos a esta entidade pelo Governo mexicano como resultado de uma intensa negociação após a dispensa de milhares de trabalhadores, sendo a Fénix a sociedade que pretende, através de um programa de investimento e com licenças para operação até 2.000Mw, reintegrar os quadros mexicanos do setor que haviam ficado em situação de desemprego, tendo a Mota-Engil Mexico sido o parceiro selecionado pelo SME para este projeto de constituição da Generadora Fénix que pretende alcançar uma posição de relevância no mercado de energia elétrica”, adianta o referido comunicado da Moa-Engil.
Por seu turno, o grupo português é hoje uma das 30 maiores construtoras europeias, com mais de 29.000 colaboradores distribuídos por 285 empresas em todo o mundo.
“Na América Latina, a Mota-Engil é a 7.ª maior construtora da região, com 960 milhões de euros de faturação em 2017, um crescimento de 32% face a 2016”, destaca o referido comunicado.
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