PremiumCimeira do G7 arranca sob o signo da recessão que vem a caminho

Pior consequência possível da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China será o tema central da cimeira, por entre temas como o Brexit e a tributação dos gigantes tecnológicos.

Ninguém sabe que perguntas fará Donald Trump ao seu homólogo francês Emmanuel Macron a propósito do encontro deste com o presidente russo Vladimir Putin, ocorrido há um par de dias, mas todos os presentes sabem que a cimeira do G7 de Biarritz, França – que decorre entre hoje e domingo – terá o presidente norte-americano no centro do turbilhão.

Ao longo da semana, e para servir de pressão, as ‘casas ricas’ ali representadas (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, embora a União Europeia também costume aparecer por lá) foram deixando saber que a cimeira tem como principal pano de fundo a cada vez mais problemática guerra comercial entre os Estados Unidos e a China (que por acaso é uma economia mais rica que quase toda a gente que se encontra em Biarritz). O que os parceiros do G7 querem dizer a Donald Trump é que a Casa Branca está a colocar a recessão económica como a hipótese mais plausível no futuro imediato de todos os membros do grupo.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor.

Recomendadas

PremiumO advogado que ensinou gerações de estudantes de Direito

Com a fundação da Cuatrecasas/Gonçalves Pereira, o advogado protagonizou uma das mais importantes fusões da advocacia ibérica. Ao longo da carreira representou o país em organismos internacionais. Faleceu no passado dia 9 de setembro, aos 83 anos.

Premium“O que abunda na Assembleia da República é o centralismo”

Carlos Pereira diz que se “não existir consenso” entre os deputados da Madeira, com assento na Assembleia da República, torna-se difícil ou até mesmo impossível aprovar o que quer que seja.

PremiumFornecedores ganham margem negocial sobre grandes superfícies

Diploma impede distribuição de tirar de forma unilateral dinheiro de contas-correntes com fornecedores. “Era uma prática aberrante”, diz a Centromarca.
Comentários