Saiba o que ficou mais caro e mais barato na Madeira

A saúde agora é mais cara, comparando com o mês de junho do ano passado, registando um aumento de 0,9%. Na educação verifica-se um crescimento de 0,6% dos preços.

Começando pelas boas notícias, o vestuário e o calçado foram os bens que registaram a maior deflação (redução de preço) em junho, comparado com o mesmo mês do ano anterior. A diferença é de 5,6% entre 2018 e 2019, sendo que, mesmo em comparação com o mês anterior (maio), a redução de preços esteve na ordem dos 2,7%.

As comunicações também não ficaram nada atrás. Segundo a Direção Regional de Estatística da Madeira, tiveram uma deflação de 4,1% em junho, comparando com o período homólogo. Relativamente a maio, a redução foi de 0,5%.

Os produtos alimentares já não diminuíram tanto, com 1,5% de redução face ao mês de junho do ano passado, os preços dos restaurantes e hotéis tiveram uma redução de 0,9% e os transportes de 0,2%.

As más notícias é que se gosta de um bom vinho ou é fumador agora vai ter de pagar mais caro. As bebidas alcoólicas e o tabaco registaram um aumento de 3% entre junho de 2018 e 2019, mas não foram os únicos. Segue-se a habitação, a água, a eletricidade, o gás e outros combustíveis, com um aumento de 1% face ao mesmo período.

A saúde agora também é mais cara, comparando com o mês de junho do ano passado, registando um aumento de 0,9%. Na educação verifica-se um crescimento de 0,6% dos preços.

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