A empresa estimou os custos em 224 mil milhões de dólares (192 mil milhões de euros), com a diminuição a dever-se sobretudo à ausência de um furacão a atingir a costa dos Estados Unidos, pela primeira vez em dez anos.
Uma queda comparável — de quase um terço — foi observada pela rival Swiss Re, que em dezembro estimou as perdas económicas globais decorrentes de catástrofes naturais em 220 mil milhões de dólares (189 mil milhões de euros).
Do total estimado pela Munich Re, 108 mil milhões de dólares (93 mil milhões de euros) são perdas seguradas, o que também representa uma redução significativa.
Apesar disso, “o panorama geral continua a ser alarmante”, observa a empresa, no relatório anual sobre catástrofes naturais.
Para além de grandes desastres como sismos ou furacões, inundações locais, tempestades e incêndios florestais são atualmente os que causam maiores prejuízos.
Estes eventos representaram 166 mil milhões de dólares (142 mil milhões de euros) em perdas totais em 2025, dos quais 98 mil milhões de dólares (84 mil milhões de euros) estavam segurados, acima da média ajustada à inflação das últimas décadas.
A resseguradora apontou o incêndio florestal de Los Angeles, em janeiro, como, “de longe o desastre natural mais caro do ano”, causando 53 mil milhões de dólares (45 mil milhões de euros) em prejuízos, dos quais 40 mil milhões (34 mil milhões de euros) estavam segurados.
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