Quanto custa chegar a Belém? Estes são os orçamentos dos candidatos à Presidência da República

Dos 16 mil euros aos 450 mil euros, estes são os orçamentos de seis dos sete candidatos à Presidência da República. Conheça quanto cada candidato pode gastar para chegar a Belém.

Faltando menos de um mês para as eleições presidenciais de 2021, o Jornal Económico fez uma recolha dos orçamentos dos sete candidatos na corrida a Belém.

O candidato presidencial Vitorino Silva, popularmente conhecido como “Tino de Rans”, tem um orçamento previsto para a campanha oficial de 16 mil euros, seguindo-lhe o atual detentor do cargo, Marcelo Rebelo de Sousa, que antecipa uma despesa de 25 mil euros.

O dirigente da Iniciativa Liberal, Tiago Mayan, anunciou um orçamento de 40 mil euros, a ex-eurodeputada do PS, Ana Gomes, angariou 50 mil euros para a campanha e o deputado único e presidente do Chega, André Ventura prevê investir 160 mil euros para garantir o lugar no Palácio de Belém.

A candidata apoiada pelo Bloco de Esquerda, Marisa Matias soma um orçamento de 256 mil euros, longe dos 450 mil euros orçamentados pelo rosto comunista, João Ferreira, na corrida a Belém.

Os juízes do Palácio Ratton receberam documentação de nove cidadãos com pretensões a candidatar-se a chefe de Estado, segundo fonte da secretaria-geral do TC, mas publicamente só os referidos sete entregaram pelo menos o mínimo exigido por lei de 7.500 assinaturas de cidadãos eleitores.

Apesar de o sorteio da ordenação dos boletins de voto estar marcado para segunda-feira de manhã, o TC tem até 04 de janeiro para verificar a admissibilidade das candidaturas, nomeadamente o número de assinaturas. Segue-se um período de recurso por parte das candidaturas consideradas inelegíveis ou com irregularidades e a decisão final é proferida até 11 de janeiro.

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