[weglot_switcher]

Dívida privada indireta ganha peso nos mercados e permite diversificar portfólio

Denota-se um crescimento do mercado, a beneficiar de vários aspetos, como são os fatores rentabilidade e atratividade, que chamam à atenção dos investidores.
2 Abril 2025, 15h42

A Generali Investments lista três pontos-chave sobre a dívida privada indireta, que ganha espaço entre os portfólios dos investidores institucionais, a beneficiar do prémio de iliquidez.

O primeiro está ligado à estrutura e funcionamento dos fundos de fundos, que investem em participações em fundos, ao invés de investirem diretamente em ativos. O objetivo passa por diversificar portfólio e ir ao encontro de uma economia de escala.

Uma das vantagens está ligada ao fator rentabilidade para investidores cujo capital é limitado.

Outro aspeto fundamental passa pelas tendências que se verificam no mercado de dívida privada. Desde logo, a substituição progressiva dos bancos pelos investidores institucionais no financiamento de ativos reais e tangíveis.

Ao mesmo tempo, regista-se um crescimento do mercado de créditos secundários privados, com descontos que tornam aquela classe de ativos altamente atrativa, em função de retornos próximos de 15%.

Por fim, os especialistas salientam o crescimento e atratividade da dívida privada, que cresceu para mais de 1,6 biliões de dólares em ativos sob gestão. Em causa está o favorecimento dos investidores institucionais pelo prémio de iliquidez (cerca de 300 pontos base acima do crédito tradicional), proteção contra taxas de juro (empréstimos com taxa variável) e forte diversificação.

O financiamento baseado em ativos está a ganhar fôlego enquanto área de crescimento, em paralelo do tradicional Financiamento Direto Corporativo.

Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.