Do retalho às casas de apostas: como o bebé real vai mexer com a economia

Cinco meses após o casamento do ano, a príncipe Harry e a duquesa de Sussex anunciaram esta segunda-feira a gravidez. Segundo o Palácio de Kensington, o bebé real nascerá na primavera e já se prevêem efeitos ao nível da economia.

O nascimento de uma criança que está em sétimo lugar na linha do trono não iria, em casos normais, ser suficiente para impulsionar as vendas de muitas lojas espalhadas pela Europa. No entanto, dado que o mundo está de olhos postos na gravidez de Meghan Markle, estima-se que existam algumas empresas que podem beneficiar deste efeito.

Retalho
Há uma elevada probabilidade de que qualquer coisa que Meghan Markle use durante a gravidez, especialmente vestidos de maternidade, seja vendida a bom ritmo. Isso também pode acontecer com roupa de bebé ou outros acessórios. Por exemplo, a fabricante de carrinhos holandesa, Bugaboo International BV, aumentou as vendas quando Kate foi fotografada a empurrar os seus filhos nestes carrinhos. De acordo com a Bloomberg, as empresas Mothercare, Debenhams ou Zara estão na linha da frente para festejar o nascimento.

Supermercados
Embora seja pouco provável que os gastos com produtos de supermercados recebam um forte impulso como aconteceu quando o duque e a duquesa eram casados, pode haver alguns benefícios residuais. Por exemplo, quando o príncipe George foi para a escola pela primeira vez, em setembro de 2017, houve um aumento na procura de lentilhas de Puy depois que elas apareceram no cardápio escolar.

Casas de apostas
As casas de jogo podem beneficiar fazendo apostas sobre o nome do bebé e, possivelmente, quando nascerá. Antes do nascimento do terceiro filho do duque e da duquesa de Cambridge, William e Kate, os corretores foram surpreendidos com uma ondas de apostas em nomes como Albert. O casal escolheu o nome de Louis.

Recomendadas

Visitas ao site do JE disparam em novembro, com subida de 33% para 5,8 milhões

O número de utilizadores do site do Jornal Económico aumentou 30% em novembro, face a outubro, para um total de 2,7 milhões. Acessos móveis representaram 79% do total. Plataforma multimédia JE TV tem cada vez mais telespectadores. Obrigado pela sua preferência!

OCDE diz que economia mundial vai contrair 4,2% em 2020, recuperando 4,2% e 3,7% nos anos seguintes

China vai concentrar um terço do crescimento mundial em 2021 e é a única das principais economias a terminar 2020 com nota positiva. Zona euro sofre uma quebra de 7,5% este ano, e nos seguintes terá, tal como os Estados Unidos, “um contributo menor do que o seu peso na economia mundial” no que toca à recuperação.

OCDE prevê que economia portuguesa cresça apenas 1,7% em 2021 e 1,9% em 2022

“Economic Outlook” prevê recuperação mais lenta da economia nacional do que a prevista pelo Governo e um pico do desemprego no próximo ano. Mas revê em baixa a quebra do PIB em 2020, apontando para 8,4%.
Comentários