Do tuk-tuk à bottle-shop, a “gula” da cerveja artesanal faz caminho na Região

A distribuidora de cervejas Vilhoa Craft Beers quer abrir em janeiro um espaço de visita e de partilha de ideias. O objetivo é dar o próximo passo na divulgação de cerveja artesanal na Madeira, diz um dos sócios da empresa.

Cristina Bernardo

A Vilhoa – Craft Beer Dealers é uma distribuidora de cerveja artesanal que conta com 20 referências de cerveja no catálogo, incluindo as marcas Letra, Dois Corvos, Oitava Colina, e Musa, e que já chegam a cerca de 50 estabelecimentos na Madeira. A empresa, que tem quatro sócios, assume como objectivo ser um agente dinamizador da cultura da cerveja na Região Autónoma.

“Quando começamos o projeto da Vilhoa, em dezembro de 2016, na Madeira não havia nada de cerveja artesanal. Queríamos boa cerveja, um produto nacional, que pudesse satisfazer a gula”, recorda Eduardo Lucas, um dos quatro sócios, a par de Diogo Abreu, fundador do projeto, Pedro Pinto, responsável pela área de marketing e imagem, e Pedro Pestana, que trata das questões relacionadas com o backoffice.

Em termos de produto, explica Eduardo Lucas, a cerveja artesanal, distingue-se da cerveja mais comercial pela sua qualidade. “É a diferença entre fast-food e a cozinha de autor”. Desde o início do projeto muita coisa mudou relativamente à cultura da cerveja artesanal na Madeira, salienta. “Começamos com um tuk-tuk na Praça Central onde vendíamos cerveja de pressão. Neste segundo ano as coisas estão diferentes. Muita gente já experimentou este tipo de cerveja e nota-se que possuem outro tipo de receptividade. As pessoas já começam a ouvir falar de nós. Isto era impensável no início”, realça o sócio da empresa.

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