Dubai anuncia apoio económico de 360 milhões de euros no combate ao coronavírus

Este é o terceiro pacote de investimento feito pelo príncipe Hamdan Bin Mohammed Al-Maktoum, que já investiu 1,5 mil milhões de euros para fazer face à pandemia no país.

Dubai, Emirados Árabes Unidos | Christopher Pike/Reuters

O Dubai anunciou um novo pacote no valor de 360 milhões de euros para ajudar a economia do país a lidar com os efeitos da pandemia do coronavírus, revelou este sábado, 11 de julho, o príncipe herdeiro Hamdan Bin Mohammed Al-Maktoum, segundo conta a agência “Reuters”.

Este é o terceiro pacote de investimento feito pelo príncipe Hamdan Bin Mohammed Al-Maktoum, que já investiu 1,5 mil milhões no país, o segundo maior e segundo membro mais rico da federação dos Emirados Árabes Unidos.

Com este novo estímulo ficam canceladas algumas multas impostas pelo governo e pelo departamento alfandegário, como os reembolsos de impostos em hotéis e restaurantes, reembolsos de garantias financeiras ao setor da construção e a isenção de taxas de renovação em escolas particulares.

Abu Dhabi, a capital dos Emirados Árabes Unidos, o maior e mais rico membro da federação dos sete membros, também já introduziu os seus próprios pacotes de estímulos.

Recomendadas

Abertos concursos para escolas contratarem 800 novos técnicos especializados

As escolas vão poder contratar mais de 800 novos técnicos especializados no âmbito do plano de desenvolvimento pessoal, social e comunitário, lançado recentemente, e tendo como finalidade o próximo ano letivo”, lê-se num comunicado hoje divulgado pelo Ministério da Educação.

Portugal com 213 casos de infeção e três mortes por Covid-19

Região de Lisboa e Vale do Tejo regista o número mais elevado de infeções ao dia de hoje, tendo confirmado mais 1447 casos em relação aos dados da véspera. O número de casos recuperados em Portugal aumentou para 37.840.

Durão Barroso considera que Fundo de Recuperação acordado em Bruxelas é “uma orgia financeira”

O antigo presidente da Comissão Europeia Durão Barroso defende que a Portugal terá de fazer uma boa gestão dos fundos comunitários e que a Assembleia da República deve reforçar o seu papel de fiscalização sobre a sua aplicação.
Comentários