Premium“É urgente acabar com os desequilíbrios em favor do litoral”

Os problemas estão identificados, as queixas repetem-se de noroeste a sudoeste e até a forma de os ultrapassar são conhecidos. Mas não acontece nada. A fratura entre interior e litoral permanece incólume.

É através da inovação e do conhecimento – quando convenientemente partilhado e manuseado como uma das parcelas da cadeia de valor – que o fator interioridade acabará por reduzir a sua avassaladora importância como elemento de desequilíbrio territorial. A servir de síntese à tarde de trabalho que a parceria da Altice com o JE em torno da terceira conferência do Ciclo Portugal Inteiro, que desta vez aportou ao Instituto Politécnico da Guarda (IPG), a frase tem tudo para ser pouco menos que óbvia. E aí reside a mais ‘irritante’ das suas idiossincrasias: é tão óbvia como aparentemente impossível de passar do papel de jornal para a realidade.

O road map das queixas do interior face à concorrência exercida pelo litoral e que por culpa do Estado é desleal repete-se do noroeste ao sudoeste: é mais fácil, mais simples, mais compensador e mais barato viver no interior e apesar de tudo quase ninguém vive no interior.

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