Os dados relativos ao Produto Interno Bruto (PIB) ajudaram as bolsas a atingir máximos na passada terça-feira. Este foi um dos destaques da BA&N desta quarta-feira. Os dados divulgados na terça-feira indicaram um crescimento da economia norte-americana de 4,3%, no terceiro trimestre, em termos anualizados, o valor mais alto em dois anos. Em termos homólogos, a subida foi de 2,3%, o mais elevado este ano.
“As bolsas globais continuam a negociar em alta, impulsionadas pelo avanço das ações norte-americanas, que atingiram recordes na sessão de ontem [terça-feira] devido ao crescimento robusto da economia dos Estados Unidos”, refere a BA&N esta quarta-feira.
A renovar máximos esteve o MCSCI ACWI (índice que reúne empresas cotadas de 23 países desenvolvidos e de 26 países emergentes), que já acumula um ganho anual de 21%. Esta valorização vem demonstrar a “confiança” dos investidores de que “a evolução resiliente da economia vai impulsionar os resultados das empresas, sem demover a Reserva Federal norte-americana (Fed) de continuar a reduzir as taxas de juro em 2026”, assinala a BA&N.
Por outro lado a desvalorização do dólar para mínimos de outubro acabou por alimentar máximos no setor das matérias-primas, salienta a BA&N. Na terça-feira o ouro e a prata acabaram por atingir máximos, tal como acontece com a platina e o cobre.
Para esta quarta-feira, no que diz respeito às ações europeias, a BA&N antevê que a sessão seja “muito tranquila e de fraca liquidez”. Refira-se que esta quarta-feira algumas bolsas europeias encontram-se encerradas por ser véspera de natal. É o caso do índice bolsista da Alemanha (DAX), da Suíça (SMI), e de Itália (FTSE MIB).
No início da sessão desta quarta-feira a bolsa portuguesa (PSI) abriu em terreno negativo enquanto que as principais bolsas europeias começaram a sessão em terreno misto.
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