Efacec vai reforçar capacidade de barragem em Lamego

Segundo um comunicado da empresa, “a intervenção da Efacec irá alargar a capacidade da barragem em 30%, permitindo criar uma reserva para apoio dos municípios na região em caso de seca prolongada”.

A Efacec foi escolhida pela Águas do Norte para a instalação de comportas no descarregador de cheias da barragem de Pretarouca, localizada em Lamego.

Segundo um comunicado da empresa, “a intervenção da Efacec irá alargar a capacidade da barragem em 30%, permitindo criar uma reserva para apoio dos municípios na região em caso de seca prolongada”.

“Esta intervenção aumenta a infraestrutura dos atuais 3,2 milhões de metros cúbicos para 4,2 milhões de metros cúbicos, com base num princípio de sustentabilidade, aumentando a capacidade em captações superficiais em detrimento de soluções por captações subterrâneas”, acrescenta o referido comunicado.

A Efacec adianta que o contrato foi assinado no final de julho com a Águas do Norte, a entidade gestora do sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Norte do país, e tem a duração de seis meses.

“A obra engloba trabalhos ao nível de mecânica, construção civil e equipamentos elétricos, prevendo a instalação de comportas de charneira do tipo ‘Obermeyer’, cujo funcionamento é realizado através da insuflação/desinsuflação de almofadas de borracha, colocadas sob as comportas com recurso ao uso de ar comprimido”, adianta o documento em causa.

O mesmo documento assinala que “a Efacec realiza trabalhos em projetos hídricos desde os anos 50 em países como Tunísia e Islândia”, acrescentando que, em Portugal, entre 2011 e 2015, a empresa portuguesa participou nas obras das centrais hidroelétricas da Ermida e de Ribeiradio, em Sever de Vouga, em regime ‘chave na mão’ no fornecimento e montagem de equipamentos elétricos e mecânicos, desde transformadores e subestações elétricas a comportas e pontes rolantes”.

A Efacec está presente em mercados como a Europa, os Estados Unidos da América, a América Latina, Ásia, Médio Oriente, Magrebe e África Subsariana.

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Em comunicado, a entidade registou ainda “como positivo que a avaliação do nível de risco se baseie no critério da taxa de vacinação da população, ultrapassando as deficiências manifestas que a chamada ‘matriz de risco’ já evidenciava”.

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