Numa altura em que o estado do tempo deixou o país em sobressalto, voltou a ficar claro que, em momentos de crise, as palavras contam, mas a presença conta ainda mais.
André Ventura esteve ao lado dos portugueses quando o país enfrentou dificuldades, priorizando a mobilização solidária e marcando presença nas zonas afetadas. Mostrou que a liderança não se mede apenas pelo discurso, mas pela capacidade de agir e estar próximo quando as circunstâncias são adversas. Num tempo de instabilidade, Portugal precisa de firmeza, mas também de proximidade.
O país vive um período de desafios acumulados. A carga fiscal pesa sobre as famílias, o acesso à habitação continua distante para muitos jovens, os serviços públicos revelam fragilidades e cresce a sensação de insegurança e perda de autoridade do Estado. Não são perceções abstratas, são realidades concretas que moldam o quotidiano de quem trabalha, investe e sustenta a economia nacional.
É neste contexto que André Ventura se apresenta às presidenciais como uma liderança que reflete aquilo que uma parte significativa dos portugueses sente. Ao longo dos últimos anos, assumiu posições claras sobre segurança, justiça fiscal, combate à corrupção e valorização de quem trabalha. Fê-lo com frontalidade e com presença constante junto das pessoas, consolidando uma ligação que hoje se afirma de forma transversal no território nacional.
O crescimento do CHEGA e a consolidação de André Ventura como uma das principais referências políticas do país não são fruto do acaso. Representam uma transformação estrutural no sistema político português e a procura de uma alternativa ao modelo que marcou as últimas décadas. Muitos eleitores desejam uma Presidência que não seja apenas simbólica, mas interventiva, vigilante e firme na defesa do interesse nacional.
Embora o Presidente da República não governe diretamente, exerce influência determinante na estabilidade institucional, na fiscalização democrática e na previsibilidade política. Num contexto de desaceleração europeia, pressão fiscal elevada e necessidade de reformas estruturais, essa função assume especial relevância. É nesse enquadramento que se projeta a candidatura de André Ventura, marcada pela defesa de maior exigência institucional e rigor na salvaguarda do interesse nacional.
Para muitos portugueses, esta eleição ultrapassa a dimensão ideológica. Trata-se de representação e confiança. É a escolha de uma liderança que interprete as dificuldades concretas do país real e que esteja preparada para exercer a magistratura com firmeza e responsabilidade.
Domingo será, assim, um momento decisivo. Não apenas na escolha de um nome, mas na definição do modelo de intervenção presidencial que Portugal pretende. Escolher André Ventura é escolher romper com o passado e abrir um novo capítulo na democracia portuguesa. Não por impulso, mas por convicção. Num tempo exigente, a decisão coloca frente a frente continuidade e transformação e caberá aos portugueses com coragem definir o rumo da Presidência da República. Com garra e firmeza!



