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EUA: Sectores críticos devem ser excluídos das tarifas recíprocas

Segundo reportam a Bloomberg e o ‘Wall Street Journal’, as tarifas recíprocas, que entram em vigor no próximo dia 2 de abril, deverão excluir sectores sensíveis como o automóvel, o farmacêutico e o dos semicondutores.
25 Março 2025, 07h00

A administração norte-americana está a estudar excluir certos sectores críticos da leva de tarifas recíprocas a anunciar no dia 2 de abril, como os automóveis, produtos farmacêuticos e semicondutores. A confirmar-se, este seria um recuo considerável em relação às ameaças originais de Trump.

Segundo reportam a Bloomberg e o ‘Wall Street Journal’, as tarifas recíprocas, como Trump as tem descrito, que estão planeadas para entrar em vigor no próximo dia 2 de abril, deverão excluir sectores sensíveis como o automóvel, o farmacêutico e o dos semicondutores, o que constitui uma parte considerável dos fluxos comerciais dos EUA com os países visados.

O presidente havia indicado em fevereiro que iria avançar com barreiras à entrada “na casa dos 25%” nestes sectores, gerando, no imediato, pedidos de empresários para que reconsiderasse a política.

As tarifas serão para avançar, garantem fontes da Casa Branca, mas a probabilidade de um recuo nestes sectores está a crescer. Esta possibilidade fica em linha com os comentários recentes do secretário do Tesouro, Scott Bessent, que sinalizou um possível adiamento no anúncio enquanto os detalhes são ultimados.

Os mercados reagiram de imediato, recebendo com agrado as notícias de um possível recuo nas tensões comerciais que têm marcado as últimas semanas. A incerteza criada pelos avanços e recuos de Trump e as dúvidas que deixam os seus anúncios já fizeram o S&P 500 perder mais de 9% desde a sua tomada de posse.

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