Euro 2020. Portugal cai nas meias-finais perante a campeã Bélgica, prevê o Goldman Sachs (com áudio)

Um cenário em que Cristiano Ronaldo e companhia sejam novamente campeões europeus é mais improvável do que uma vitória de França (10,2%), Itália (10,4%), Inglaterra (12,9%), Espanha (13,1%) e  Bélgica (17,1%).

O banco de investimento Goldman Sachs criou um modelo de previsão para antecipar o vencedor do Campeonato Europeu de futebol, sendo que o resultado da antecipação de cenários não é favorável a Portugal. O banco norte-americano prevê que a Bélgica vai vencer o Euro’2020, depois de superar Portugal nas meias-finais e de vencer a Itália na final.

Na análise enviada à redação, apesar de Portugal ser o campeão europeu em título, o Goldman Sachs calcula que a seleção nacional tem apenas 9,5% de hipóteses de vencer o torneio. Um cenário em que Ronaldo e companhia sejam novamente campeões europeus é mais improvável do que uma vitória de França (10,2%), Itália (10,4%), Inglaterra (12,9%), Espanha (13,1%) e  Bélgica (17,1%).

Ainda assim, apesar de na avaliação global o cenário de uma vitória portuguesa ser apenas o sexto mais provável, na hora em que a bola começar a rolar o banco antecipa que a seleção nacional vai estar “numa corrida apertada” para levantar o caneco, a par da Bélgica, Itália e Espanha, “que devem atingir pelo menos as meias-finais”.

O Goldman Sachs comenta ainda o grupo F do Euro’2020, que reúne França, Alemanha, Hungria e Portugal. Para o banco norte-americano, do teórico grupo mais difícil do torneio vão sair vencedores Portugal e Alemanha, ficando a França e Hungria pelo caminho. “Prevemos que a Alemanha sairá do seu difícil grupo à frente da França”, lê-se. Contudo, os germânicos acabam eliminados pelos ingleses logo nos quartos de final.

O banco concluiu estes cenários com base num modelo que avalia o número de golos marcados por cada equipa. Isto é, a partir de uma base dados criada a partir dos jogos oficiais desde 1980”, a probabilidade de uma equipa marcar mais golos num jogo vai sendo mensurada com base em três critérios: a força da equipa, indicador medido pelo ranking Elo; o volume de golos sofridos nos jogos mais recentes; a vantagem de jogar “em casa”; e o efeito de torneio, isto é, o banco admite que no caso de algumas seleções a participação em torneios de dimensão continental contribuem para melhores prestações do que o que o ranking faz prever.

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