“Falar Direito”. “Rui Pinto? Os fins não justificam todos os meios”, alerta advogado Rui Patrício

O hacker Rui Pinto foi visado pelo advogado da Morais Leitão na última edição do programa “Falar Direito”, da plataforma multimédia JE TV. Rui Patrício foi um dos advogados que assinou uma carta a pedir que Rui Pinto não seja ouvido na comissão parlamentar de inquérito ao Novo Banco.

Porque é que a informação obtida pelo hacker Rui Pinto não pode ser utilizada como prova? A questão foi levantada na última edição do programa “Falar Direito”, da plataforma multimédia JE TV, que contou com a presença do advogado Rui Patrício.

Explicou este advogado que essa informação não deve ser usada como prova “porque o sistema jurídico estabelece o que é prova proibida e prova permitida” e que a prova proibida é “toda aquele que recorre a métodos que violam liberdades e garantias essenciais”.

Recorde-se que o advogado Rui Patrício é um dos signatários da carta do Fórum Penal a pedir para que o hacker não seja ouvido no âmbito da comissão parlamentar de inquérito do Novo Banco.

Relacionadas

“Novo regime é um grande passo em frente”. Assista ao “Falar Direito” com o advogado Rui Patrício

Acompanhe o “Falar Direito” na plataforma multimédia JE TV, através do site e das redes sociais do Jornal Económico.
Recomendadas
luís_menezes_leitão_bastonário_ordem_advogados

Ordem dos Advogados vai iniciar revisão dos estatutos

A entidade liderada por Luís Menezes Leitão deliberou ainda, em reunião do Conselho Geral esta sexta-feira, que irá averiguar eventuais situações de incompatibilidade de advogados nos conselhos superiores do Ministério Público.
antónio_costa_silva_partex_4

Sérvulo promove encontro com António Costa e Silva

A Sérvulo promove na próxima semana uma conferência online que conta com a participação de António Costa e Silva, o autor do documento que serve de base ao Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030. Assista ao evento no próximo dia 11 de março, na JE TV. Os leitores do Jornal Económico poderão enviar questões para colocar aos oradores.

“Direito de desconexão poderá ser um mecanismo interessante”, defende coordenador da área laboral da PLMJ

As refeições e o trabalho são feitos no mesmo espaço físico, mas é necessário existir uma separação e equilíbrio entre a vida pessoal e profissional para evitar um burnout. A advogada Carmo Sousa Machado defende que no futuro se vão verificar “consequências inevitáveis” do teletrabalho.
Comentários