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Fernando Gomes: “Deveríamos conseguir baixar custos salariais em cerca de 15 milhões”

“Até agora, não houve um apertar do cinto, um emagrecimento dos custos na estrutura do futebol (…) foi pelas mais-valias da venda de jogadores que estamos a conseguir sair desta situação delicada”
23 Abril 2021, 13h56

Os últimos tempos têm sido, finalmente, de boas notícias financeiras para o FC Porto: resultados positivos no primeiro semestre do exercício 2020/21; mais de 73 milhões arrecadados na Liga dos Campeões; antecipação do pagamento do empréstimo obrigacionista adiado no ano passado – a que se seguirá nova ida ao mercado. Excelentes novas para um clube que nos últimos anos tem estado, e ainda está, debaixo do acompanhamento financeiro da UEFA (através do mecanismo conhecido como ‘Fair Play’ financeiro), situação agravada pelo exercício de 2019/20, em plena pandemia, que se fundiu com o não apuramento para a Liga dos Campeões: 116 milhões de euros de prejuízo nessa época.

Fernando Gomes, vice-presidente do clube e administrador da SAD do FC Porto responsável pela área dos números, explica ao Jornal Económico as mais recentes opções do mundo azul-e-branco, nomeadamente no que respeita aos empréstimos obrigacionistas (dois, de 35 milhões cada) que a SAD do FC Porto se preparar para resgatar para depois renovar, melhorando o juro (4,75%).

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