A Galp continua a fazer os seus furos de pesquisa na Namíbia. No final de 2025, espera ter concluída a avaliação de dois poços. O movimento da companhia portuguesa nas águas da Namíbia está em linha com o que está a acontecer em todo o mundo no sector petrolífero: a tecnologia está a permitir furar cada vez mais fundo no mar e cada vez mais longe de terra.
É um admirável mundo novo, onde não há limites geográfico os para a exploração petrolífera offshore (marítima). Só em 2025 o investimento vai atingir os 250 mil milhões de dólares, segundo a consultora Rystad Energy.
O preço elevado do petróleo, a melhoria da tecnologia offshore e menos petróleo de xisto estão a dar uma ajuda a este ramo do sector petrolífero.
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