Um mundo em quarentena. O antes e depois da Covid-19

Pessoas em casa, estabelecimentos fechados, fábricas e escritórios encerrados, restrições de voos decretadas e o cenário de uma recessão económica mundial a ganhar forma. O olhar sobre um mundo em quarentena.

Não se antecipava que o surto do novo coronavírus assumisse as proporções que hoje sabemos. Existem mais de 450 mil infetados pelo mundo inteiro e 20 mil mortos registados um pouco por todo o mundo. A cidade de Wuhan, na China, deixou de ser o foco do vírus passando o testemunho para a fragilizada Itália que sozinha regista mais de 70 mil infetados e sete mil mortos.

Tendo em conta a rapidez que a propagação deste vírus assume, governos em todo o mundo decretaram quarentena. Cerca de um terço da população encontra-se em isolamento social à medida que os estabelecimentos não essenciais fecham, fábricas e escritórios encerram, restrições de voos são decretadas e o cenário de uma recessão económica mundial toma forma.

As imagens satélites da empresa Planet Labs mostram como foi abrupta e total a interrupção da atividade humana um pouco por todo o mundo.

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As respetivas federações estiveram hoje reunidas, por videoconferência, com representantes da Direção-Geral da Saúde (DGS) e da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto a “finalizar a análise ao Protocolo Orientador de Regresso aos Treinos e Competições – Covid-19”, que permita consumar as pretensões destas modalidades.

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A bancada liderada por Rui Rio, que também é o presidente do partido, sublinha que é necessário “adotar, na nova fase que se avizinha, um novo modelo” que dê privilégio à “função parlamentar na defesa da saúde pública”.

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O secretário de Estado indicou que a percentagem de testes reativos é inferior ao que era previsto, sendo a maior parte pessoas que expressaram imunidade e “poucas pessoas que estão em fase ativa da doença”.
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