O Partido Socialista francês conseguiu para já – a versão final do Orçamento do Estado para 2026 só será conhecida, em princípio, a 23 de dezembro próximo – impor a adoção de um imposto sobre as grandes fortunas e as grandes empresas, conhecido pelo nome do seu teórico, o economista francês Gabriel Zucman (que o quer ver adotado pelo mundo inteiro). Amado e odiado, o imposto deverá entrar em execução em 2026 e incidirá sobre as fortunas compostas por ativos superiores a 100 milhões de euros – o que deverá afetar apenas 0,01% dos contribuintes gauleses – e sobre as empresas.
A esta medida acrescenta-se a imposição, ainda por parte dos socialistas, da suspensão do aumento da idade da reforma dos 62 para os 63 anos – que só voltará a ensombrar o fim da vida profissional dos gauleses em 2027, depois das eleições presidenciais do segundo trimestre do ano e se se der o caso de quem as vencer a ela querer regressar.
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