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Frenesins que cessam em Belém e que se multiplicam nos mercados. Veja o rating da semana

Foi uma semana definidora para o futuro da Impresa e da Mota-Engil. Seguro chegou e prometeu acabar com o frenesim e Trump está para ficar nesta missão de espalhar o caos nos mercados internacionais. Conheça o rating da semana.
13 Março 2026, 08h34

Carlos Mota Santos, CEO da Mota-Engil | A+

A construtora portuguesa deu-nos um vislumbre do seu plano até 2030 e o que aí vem é a demonstração de ambição além-fronteiras: aumentar as concessões em carteira para um valor líquido até 2 mil milhões, um crescimento de 50%. Carlos Mota Santos quer ainda duplicar o volume de negócios de 5,3 para 9 mil milhões, um crescimento anual de 10%.

Francisco Pedro Balsemão, CEO e chairman da Impresa | A-

Terminou a longa novela: consumou-se a entrada da MediaForEurope no capital da Impresa com a concretização do aumento de capital de 17,3 milhões. Não foi um processo fácil, mas Francisco Pedro Balsemão ganhou em toda a linha: protegeu o papel da família e, além de CEO, passou a ser chairman da dona do Expresso.

António José Seguro, Presidente da República | A-

Belém tem novo inquilino e Seguro fechou a porta ao frenesim. Apelou a consensos, pediu responsabilidade aos partidos e trouxe da campanha a bandeira da Saúde. Os estilhaços das tempestades suscitaram a “criação de oportunidades para os municípios” e os conflitos internacionais exigem, no entender do novo PR, a “defesa do multilateralismo internacional”.

 

Donald Trump, presidente dos EUA | D

Segunda-feira chegou com estrondo: os preços do petróleo superaram os 100 dólares por barril, algo que não se via desde 2022. Trump apressou-se a acalmar os mercados, afirmando que a “operação” estaria perto do fim. O preço ainda recuou, mas foi sol de pouca dura. Os mercados desconfiam e os consumidores sentem na pele os efeitos da guerra.


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