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Fundação Galp e EPIS renovam parcerias para promover o sucesso escolar

Em 2022, a Fundação Galp tornou-se um dos maiores investidores sociais do programa de Bolsas Sociais, atribuindo nestes últimos quatro anos 185 bolsas de acesso ao ensino superior. Até 2028, ao abrigo deste novo protocolo, está prevista a entrega de mais de 180 bolsas.
15 Outubro 2025, 00h29

A Fundação Galp formalizou hoje a assinatura de dois protocolos de cooperação e investimento social com a associação EPIS – Empresários para a Inclusão Social, reiterando assim o compromisso da Galp e da sua Fundação com a educação e a inclusão social em Portugal, especialmente nas comunidades onde desenvolve operações.

Um dos protocolos visa a cooperação e apoio da Fundação Galp à missão da EPIS e, em particular, do seu programa de bolsas sociais, renovando assim uma parceria iniciada em 2006.

Os apoios atribuídos pela Fundação Galp no âmbito da EPIS têm como principal foco os alunos residentes em concelhos estratégicos para o ecossistema energético da Galp, como Alcoutim, Matosinhos, Ourique, Santiago do Cacém, Sines e a freguesia de Alcântara, em Lisboa.

“Na Galp acreditamos no poder transformador da educação e no seu papel para a construção de um futuro mais próspero. Este é um momento que reforça o nosso compromisso com as comunidades onde operamos, garantindo oportunidades reais a centenas de jovens e contribuindo para um país mais justo, coeso e sustentável”, afirmou Maria João Carioca, co-CEO da Galp.

Desde 2017, o investimento total da Fundação Galp na EPIS e nos seus programas ascende a 617 mil euros, “prevendo-se que ultrapasse 1,18 milhões de euros até 2028”.

“Os programas que a EPIS e a Fundação Galp têm em parceria contribuirão para o aumento da qualificação dos jovens adultos em Portugal, que é uma prioridade nacional,” destacou por sua vez Paulo Moita de Macedo. “Por um lado, permitem uma melhor preparação de mais jovens em termos de conhecimentos e de competências para a entrada no mercado de trabalho no final do 12.º ano de escolaridade e, por outro lado, alargam o acesso a mais estudantes ao ensino universitário ou politécnico, sobretudo de famílias carenciadas,” acrescentou.

A formalização dos protocolos ocorreu na sede da Galp, em Alcântara, com a presença de Maria João Carioca, Co-CEO da Galp, e Paulo Macedo, enquanto Presidente da EPIS.

Em 2024, Portugal tinha cerca de 43% de jovens adultos (25-34 anos) com ensino superior atrás de Espanha, França e outros países do norte da Europa. Cerca de 40% dos alunos do Ensino Secundário frequentam cursos profissionais de dupla certificação, e pouco mais de 20% acedem ao ensino universitário ou politécnico, pelo que programas como os que estão a ser lançados nestas regiões são bons exemplos da contribuição da sociedade civil para a qualificação dos jovens nessas comunidades, podendo servir de incentivo para outras empresas e instituições portuguesas ajudarem mais o Estado nos desafios da Educação.

Em 2022, a Fundação Galp tornou-se um dos maiores investidores sociais do programa de Bolsas Sociais, atribuindo nestes últimos quatro anos 185 bolsas de acesso ao ensino superior. Até 2028, ao abrigo deste novo protocolo, está prevista a entrega de mais de 180 bolsas.

O segundo protocolo, no plano do investimento social, formaliza o lançamento do Programa de Apoio ao Sucesso Escolar FG&EPIS, iniciado este ano letivo em Sines e Santiago do Cacém. Com um investimento superior a 500 mil euros, o programa abrange mais de 300 alunos do ensino secundário regular e técnico-profissional da Escola Secundária Poeta Al Berto (Sines), a ETLA – Escola Tecnológica do Litoral Alentejano (Sines), a Escola Secundária Padre António Macedo (Santiago do Cacém) e a Escola Secundária Manuel da Fonseca (Santiago do Cacém).

É um programa que incide sobretudo em territórios que enfrentam desafios estruturais, como o abandono escolar precoce e elevadas taxas de retenção, com impacto direto na empregabilidade. A iniciativa promove o reforço pedagógico e apoio psicossocial, em articulação com as equipas multidisciplinares das escolas, com o objetivo de garantir que nenhum aluno fica para trás.

 


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