De acordo com a consultora Dealogic Data, os 2,6 biliões de dólares (2,2 biliões de euros) registados nos primeiros sete meses do ano representam o valor mais alto desde 2021, ainda no período da pandemia, impulsionados pelo mercado norte-americano.
Para este resultado contribuiu a proposta de aquisição de 85 mil milhões de dólares (73,6 mil milhões de euros) pela rival Norfolk Southern e a ronda de financiamento de 40 mil milhões (34,6 mil milhões de dólares) da OpenAI, liderada pelo SoftBank Group. Essa subida representa um alívio para os banqueiros que começaram o ano com expectativas de que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, impulsionaria uma onda de consolidações.
No entanto, as tarifas comerciais e a incerteza geopolítica fizeram as empresas recuar. “O que estamos a ver agora em termos de motivação para fusões e aquisições é um forte foco em crescimento — e isso está a aumentar,” disse Andre Veissid, líder global de Estratégia e Transações de Serviços Financeiros da EY, à Reuters.
“Seja pela inteligência artificial, ou pela mudança no ambiente regulatório, os nossos clientes não querem ficar para trás nessa corrida — e isso está a impulsionar as atividades.”
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