Galp e Mota-Engil animam PSI 20. Cofina cai quase 3%

A meio da manhã desta quinta-feira o principal índice bolsista português regista uma subida de 0,77% para 4.857,85 pontos, seguindo a tendência das congéneres europeias.

Stringer/Reuters

O principal índice bolsista português, PSI 20, encontra-se a valorizar 0,77% para 4.857,85 pontos, seguindo a tendência das congéneres europeias que estão a negociar em terreno positivo.

Das principais cotadas portuguesas, destaque para a Mota-Engil que sobe 2,11% para 1,94 euros. Já a petrolífera Galp cresce 1,67%, para 12,81 euros e a Francisco Ramada cresce 1,96%, para 6,24 euros. Em terreno positivo está também a Navigator, que sobe 1,43% para 2,98 euros, e a Sonae SGPS, que valoriza 1,22% para 0,83 euros.

As únicas cotadas nacionais a negociarem no ‘vermelho’ a meio da sessão são a Pharol, (2,07%), para 0,11 euros e a NOS que cai 0,09%, para 5,41 euros. Depois de três dias em subida constante a Cofina está agora a descer 2,94% para 0,49 euros.

Na Europa todas as cotadas estão a negociar no ‘verde’. Na Alemanha, o DAX cresce 1,11%, no Reino Unido, o FTSE 100 sobe 1,00%, o francês CAC 40 valoriza 1,47%, o holandês AEX cresce 0,97%. Em Espanha, o IBEX35 valoriza 1,04% e o italiano FTSE MIB sobe 1,72%.

A cotação do barril de Brent valoriza 0,43%, com valor de 60,29 dólares, enquanto a cotação do crude WTI cresce 0,11%, para 56,19 dólares por barril.

No mercado cambial o euro desvaloriza 0,01%, para 1,10 dólares.

Ler mais

Recomendadas

“Corremos o risco de a zona euro quebrar”, afirma governador do Banco de Portugal

Carlos Costa diz que “nenhuma economia está preparada para uma crise desta natureza” e volta a defender os ‘coronabonds’, em entrevista ao semanário “Expresso”.

Wall Street cai mais de 3% apesar da “bazuca” de 2,2 biliões de dólares

Março de 2020 ficará para a história dos mercados como um dos meses mais loucos de sempre. NYSE fechou em queda num dia em que Congresso dos Estados Unidos entrega um pacote de resgate de 2,2 biliões de dólares.

Bolsas regressam às quedas com setor automóvel a liderar. BCP cai 4% ao adiar dividendos

As desvalorizações mais expressivas dos setores Auto e de Viagens & Lazer espelham a preocupação dos investidores quanto à evolução da pandemia Covid-19, segundo a análise do analista da Mtrader. O BCP cai em bolsa 4% depois de cancelar dividendos e em dia de moratória de créditos.
Comentários