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Gás solidário e gasóleo profissional: Conheça os novos apoios anunciados pelo Governo

O Primeiro Ministro avançou que “em primeiro lugar vamos aumentar a comparticipação para 25 euros na botija de gás solidária para os próximos três meses”. “Em segundo lugar a introdução de um mecanismo extraordinário para o gasóleo profissional para as empresas de passageiros e mercadorias que corresponderá a um desconto adicional sobre forma de reembolso de dez cêntimos por litro até 15 mil litros por veículo e também para os próximos três meses”, detalhou
18 Março 2026, 15h20

O Primeiro-Ministro anunciou hoje o reforço dos apoios aos combustíveis perante a instabilidade internacional, destacando o aumento da comparticipação da botija de gás solidária para 25 euros e a criação de um desconto de 10 cêntimos por litro no gasóleo profissional. As medidas, com duração prevista de três meses, visam mitigar o impacto da subida de preços nas famílias e empresas, mantendo o “equilíbrio e prudência” nas contas públicas.

Na abertura da reunião plenária, o primeiro ministro sublinhou que “no contexto internacional imprevisível que vivemos o Governo é sensível ao impacto do aumento dos combustíveis na vida dos portugueses. E por isso como anunciei aqui por antecipação, tenho aplicado reduções temporárias e extraordinárias ao imposto sobre o gasóleo e a gasolina”.

“A situação exige uma especial sensibilidade social, mas também sentido de equilíbrio, de responsabilidade e de prudência. É com este espírito que vamos continuar a gerir a evolução da situação”, sublinhou.

Assim, o Primeiro Ministro avançou que “em primeiro lugar vamos aumentar a comparticipação para 25 euros na botija de gás solidária para os próximos três meses”. “Em segundo lugar a introdução de um mecanismo extraordinário para o gasóleo profissional para as empresas de passageiros e mercadorias que corresponderá a um desconto adicional sobre forma de reembolso de dez cêntimos por litro até 15 mil litros por veículo e também para os próximos três meses”, detalhou.

Além disso, “de forma permanente, legislação que já estava a ser preparada e que tem também aplicabilidade nestas circunstâncias: em primeiro lugar sobre limitação de preços em situação de crise energética, a ser aprovada amanhã em Conselho de Ministros e em segundo lugar de proteção de consumidores vulneráveis com garantia de fornecimento”.

“No futuro atualizaremos na medida do necessário as respostas do Estado se constatarmos que há efeitos estruturais na evolução da situação, tomaremos as medidas que se mostrarem adequadas”, assegurou o governante.

 


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