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Gouveia e Melo estranha “coincidência” da investigação e garante: “Quem não deve, não teme. Fui sempre íntegro”

Candidato a Belém nas eleições de 18 de janeiro garante ter sido sempre “íntegro” nas funções que ocupou na Marinha e assinala que, se for notificado a responder sobre as alegadas suspeitas que o envolvem, responderá. “Não tive nenhum empresário que me pagasse. Não há nenhum empresário com quem estivesse associado. A minha vida e a minha integridade é a coisa mais importante (…)”, frisa.
Lusa
29 Dezembro 2025, 12h31

Henrique Gouveia e Melo já reagiu à investigação do Ministério Público que o envolve, garantindo ser “totalmente transparente” e que, se for notificado para ser ouvido, responderá, porque “quem não deve, não teme”.

O candidato a Presidente da República assegura que não esconde nada, recorda que os processos de contratação pública estão obrigatoriamente disponíveis, e assegura que foi “sempre íntegro” nas funções que ocupou.

“Não tive nenhum empresário que me pagasse. Não há nenhum empresário com quem estivesse associado. A minha vida e a minha integridade é a coisa mais importante (…) Fui sempre íntegro, recebi os meus salários (…)”, assinalou, estranhando o timing da investigação noticiada pelo MP. “Como é que a 15 dias de um processo eleitoral aparece uma coisa de 2017 ou 2018? Essa coincidência acho muito estranha”.

A revista Sábado noticia que a investigação em causa está do lado do Ministério Público de Almada e está relacionada com 57 contratos com a empresa Proskipper aprovados pelo atual candidato a Presidente da República no período entre 2017 e 2020.

Reagindo à investigação, o seu adversário na corrida a Belém, Luís Marques Mendes, disse não comentar suspeitas mas defendeu que era “obrigação e dever” de Gouveia e Melo dar uma explicação pública sobre o tema.

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