Governo avança com obras e concursos para a modernização da linha da Beira Alta

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, vai presidir à cerimónia de consignação das obras no troço ferroviário entre a Guarda e Cerveira. Os últimos dados divulgados apontavam para um montante de 700 milhões de euros necessários para a modernização total da linha da Beira Alta.

Cristina Bernardo

O Governo, através do ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, vai esta manhã, dia 26 de julho, pelas 10h20m, liderar diversas cerimónias de lançamento de obras e de concursos para a modernização da linha ferroviária da Beira Alta.

Segundo informação prestada pela IP – Infraestruturas de Portugal, cujo presidente, António Laranjo, também estará presente nestas cerimónias, proceder-se-á à consignação da obra ferroviária no troço entre a Guarda e Cerveira, na referida linha da Beira Alta.

Neste evento, que decorrerá na estação ferroviária da Guarda, será também assinalado o lançamento do concurso público para a empreitada de modernização do troço Pampilhosa – Santa Comba Dão, que inclui a construção da ligação ferroviária entre a linha do Norte e a linha da Beira Alta, denominada Concordância da Mealhada.

Recomendadas

Epson Europa vê Portugal como “mercado totalmente estratégico”

Raúl Sanahuja, responsável de Relações Públicas e Comunicação da Epson, considera que as empresas portuguesas são mais “ousadas” e “lançadas” na integração de tecnologia de impressão.

“Problemas no setor de aviação convertem-se em oportunidades”, considera CEO da EuroAtlantic

Quais os grandes desafios que o setor da aviação vai ter que ultrapassar? Eugénio Fernandes, CEO da EuroAtlantic, esclarece que a empresa funciona em contraciclo com o mercado e que os problemas no setor convertem-se em oportunidades. Quanto aos problemas, este responsável aponta a falta de pessoal como questão a ultrapassar.

PremiumPartner da Peugeot lidera vendas nacionais da marca

Jean-Philippe Imparato explicou ao Jornal Económico a evolução global da marca no ano passado, com uma quebra de 8,8% registada nas suas vendas mundiais (excluído o mercado do Irão).
Comentários