Governo da Madeira garante que custo do teste à chegada será inferior a 150 euros

“Ninguém vai ter aqui testes de 150 euros”, afirmou, reforçando: “Isso não tem nenhum sentido porque eu não vou, com certeza, pôr os residentes a pagar 150 euros”, disse.

O teste à Covid-19, que passa a ser obrigatório para todos passageiros desembarcados nos aeroportos da Madeira a partir de 1 de julho, terá um custo inferior a 150 euros, afirmou na passada quinta-feira o Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque.

“Os testes a realizar aqui serão muito mais baratos”, disse o governante, à margem da inauguração de um arruamento em Câmara de Lobos, zona oeste da ilha, em reação a notícias divulgadas na imprensa regional, que apontavam aquele valor.

A obrigatoriedade de apresentação de um teste PCR negativo ou à sua realização à chegada entra em vigor em junho, em substituição do regime de quarentena decretado a partir de março.

O Executivo, de coligação PSD/CDS-PP, estabeleceu que o custo do teste será assumido pelo passageiro, mas não indicou para já qual o valor, embora Miguel Albuquerque garanta que será inferior a 150 euros.

“Ninguém vai ter aqui testes de 150 euros”, afirmou, reforçando: “Isso não tem nenhum sentido porque eu não vou, com certeza, pôr os residentes a pagar 150 euros”, disse.

Albuquerque admitiu que o Governo Regional poderá subsidiar o teste e, por outro lado, assegurou que nem os turistas vão pagar tanto.

“Essa ideia que as pessoas vão desembarcar aqui e vão fazer o teste e vão pagar 150 euros é inaceitável, isso nunca irá acontecer”, vincou.

O arquipélago da Madeira regista um total de 90 casos de Covid-19, dos quais 64 foram dados como curados, estando há 14 dias consecutivos sem sinalizar novas infeções.

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“Eu neste momento tenho de garantir liquidez e apoio às famílias da Madeira”, disse este sábado o presidente do Governo regional.

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Para as embarcações com lotação até 60 passageiros é admitida a ocupação até 70% da sua capacidade, até ao final do próximo mês de junho, 90% durante o mês de julho, e sem qualquer restrição de lotação, a partir do mês de agosto do corrente ano.
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