O governo de Pedro Passos Coelho foi avisado com um mês de antecedência sobre o esquema de privatização da TAP, que contornou” a lei relativa às sociedades comerciais, conta o jornal “Público” esta quarta-feira.
A conclusão é transmitida pela Inspecção-Geral de Finanças (IGF) que indica que os ministérios das Finanças e da Economia foram avisados sobre os termos do negócio, que viria a ser contratualizado com a Airbus para viabilizar a privatização da companhia aérea portuguesa.
De resto, estas suspeitas já tinham sido levantadas numa análise legal feita para a TAP em 2022, sendo agora confirmada pela mais recente auditoria da Inspecção-Geral de Finanças (IGF) às contas da empresa.
A Inspeção-Geral de Finanças (IGF) concluiu, a partir de uma auditoria às contas da TAP, que a compra de 61% da companhia aérea ao Estado, em 2015, por parte de um consórcio liderado por David Neelman, terá sido financiada com um empréstimo cuja garantia foi dada pela própria TAP.
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