Há uma autoestrada em Portugal entre as mais caras da Europa

A A25, que ao longo de 197 quilómetros entre as praias e planícies da Beira Litoral – nomeadamente os distritos de Aveiro, Viseu e Guarda – encontra-se na 13ª posição do ‘ranking’ de portagens elaborado pela britânica Northgate.

Há uma autoestrada em Portugal que está entre as mais caras da Europa, de acordo com uma análise da operadora de renting britânica Northgate. A Autoestrada das Beiras Litoral e Alta (A25) surge na 13ª posição do ranking com um custo de portagens de 10,57 libras (aproximadamente 12,16 euros) para veículos ligeiros.

A A25 tem 197 quilómetros (km), atravessa praias e planícies da Beira Litoral – nomeadamente os distritos de Aveiro, Viseu e Guarda – até Espanha e é concessionada pela concorrente da Brisa Ascendi (antiga Aenor). A autoestrada conta com portagens eletrónicas desde 2011 e está integrada nas Concessões Rodoviárias da Costa de Prata (de Aveiro até Albergaria) e das Beiras Litoral e Alta (de Albergaria até Vilar Formoso).

No lugar mais alto do pódio dos “family cars” encontra-se a francesa A6/A7, entre Paris e Marselha, com a portagem mais cara da Europa entre as 26 autoestradas observadas: 52,59 libras (cerca de 60,50 euros). Seguem-se as autoestradas que ligam Milão a Nápoles (Itália), com um preço de 50,73 libras (58,46 euros) e Bodø a Oslo (Noruega), com 45,16 libras (52,04 euros).

Porém, há boas notícias: um quarto do dos países europeus, entre os quais se incluem por exemplo a Finlândia, a Estónia e o Mónaco, não cobram quaisquer portagens.

Entre as conclusões do estudo da Northgate – que envolveu estradas, pontes e túneis de 44 países do ‘Velho Continente’ – está ainda que o Túnel do Grande São Bernardo, que liga Itália à Suíça (mais concretamente a cidade de Martigny no cantão do Valais a Saint-Rhémy-en-Bosses no Vale de Aosta), é o mais dispendioso da Europa, com um custo de 22,85 libras (na ordem dos 26,32 euros).

A empresa de renting revelou ainda que 6,44 libras (perto de 7,42 euros) é o valor que aos condutores têm de gastar para atravessar a ponte Storebælt, na Dinamarca.

Em Portugal, a redução homóloga no tráfego das autoestradas foi de 23% no ano passado, o que representa uma diminuição de 2.750 veículos por dia e menos 13,6 milhões de quilómetros percorridos nestas vias, de acordo com os números provisórios divulgados pela Associação Portuguesa das Sociedades Concessionárias de Autoestradas ou Pontes com Portagens (APCAP) ao “Jornal de Negócios”, com base nas 24 concessionárias representadas pela APCAP.

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