[weglot_switcher]

AUTOR


Três distritos concentram 58,5% das mudanças de comercializadora de energia

Lisboa, Porto e Setúbal concentram 58,51% de todas as mudanças de comercializadora de eletricidade registadas pelo ComparaJá. A barreira não é financeira — mudar não custa nada e a poupança é igual em todo o país. O que se distribui de forma desigual é a informação.

A aquisição volta a valer 54,6% das operações e a transferência recua para 39,8%

Em agosto, as aquisições subiram para 54,6% das operações de crédito à habitação intermediadas pelo ComparaJá, enquanto as transferências recuaram para 39,8%. Em dois meses, a distância entre os dois produtos passou de quatro pontos a favor da transferência para quase quinze a favor da compra.

Um crédito novo paga 850 euros de prestação, mas a média nacional do conjunto é de 436

A prestação média do stock de crédito habitação é de 436 euros, mas quem contrata hoje paga 850 euros se tiver menos de 35 anos. A diferença não é erro de medição — é o que acontece quando se misturam três décadas de contratos antigos com a realidade do mercado de 2026.

Uma família numerosa consome 5,7 vezes mais eletricidade e a melhor tarifa não é sempre a mesma

Os dados de simulação de agosto mostram que a melhor oferta de eletricidade muda consoante o perfil de consumo. Uma família numerosa consome 5,7 vezes mais do que um casal sem filhos, o que pode inverter completamente o ranking dos fornecedores.

A entrada de quem compra depois dos 35 equivale a 56% do valor que pede ao banco

A entrada inicial média de quem compra a partir dos 35 anos é de 117.158 euros — cerca de 56% do montante financiado. Nos compradores mais jovens, esse rácio cai para 17%. A diferença não é de grau: é de natureza, e explica por que as medidas de apoio centradas na prestação mensal produzem menos efeito do que se espera.

Taxa fixa custa 3,73% e a mista 2,80%: quase um ponto pela certeza

A taxa fixa média nos novos contratos fixou-se em 3,73%, contra 2,80% na mista e 3,14% na variável. A certeza total custa quase um ponto a mais — e apenas 1,6% dos compradores portugueses decidiu pagá-la.
Copyright © Jornal Económico. Todos os direitos reservados.