A compra de quatro helicópteros Black Hawk para a Força Aérea ajudar na emergência médica — que o ministro da Defesa anunciou esta quarta-feira no Parlamento — vão custar 32 milhões de euros (8 milhões por unidade), financiados pela União Europeia através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A notícia é avançada pela edição de hoje do jornal Expresso que, citando um especialista, adianta que as características “não permitem o transporte primário” da vítima do local do acidente para o hospital.
Ou seja, escreve o Expresso, os Black Hawk não são os mais indicados para helitransportar doentes do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) de um ponto no território para um heliporto hospitalar ou mesmo para fazer transporte entre hospitais.
O Ministro da Defesa foi ouvido no Parlamento no âmbito das audições sobre o Orçamento do Estado, onde manteve a meta de investir dois por cento do PIB em defesa, contas onde entrarão estes investimentos. Na resposta, o deputado socialista Luís Dias acusou o Governo de “não inscrever despesa real” para não “identificar um défice”. Criticou ainda os valores que ficam sob alçada do Ministério das Finanças. “O CDS tem a trela muito curta neste Governo da AD”, atirou. Melo respondeu, acusando o socialista de “azedume” e falta de “elegância” parlamentar. “Qual o problema de ter lá as cativações se sei que vou descativar e executar o dinheiro como aconteceu em 2025?”, questionou.
Tagus Park – Edifício Tecnologia 4.1
Avenida Professor Doutor Cavaco Silva, nº 71 a 74
2740-122 – Porto Salvo, Portugal
online@medianove.com