A bolsa de Lisboa resistiu às perdas que se registaram nos principais mercados europeus, na medida em que o índice PSI avançou 0,75% e atingiu os 6.950 pontos.
Em destaque esteve a valorização de 2,23% nas ações da Jerónimo Martins, que alcançaram os 19,75 euros. Seguiram-se subidas de 1,73% para 3,178 euros na EDP e 1,70% para 1,076 euros na Sonae.
Em sentido contrário, a Ibersol ficou no topo das descidas, ao cair 1,58% até aos 8,72 euros por título. Mais atrás, a Semapa perdeu 1,15% e ficou-se pelos 15,50 euros, ao passo que o BCP contraiu 0,91% para 0,5648 euros.
Entre os principais índices europeus, houve uma tendência clara para as descidas. As fabricantes automóveis voltaram a ver-se castigadas pelas novas tarifas comerciais dos EUA e outros setores sofreram com novos receios associados à inflação.
França foi mais além do que as restantes, com o CAC 40 a perder 0,93%. Ao mesmo tempo, houve descidas de 0,89% em Itália, 0,88% em Espanha, 0,82% na Alemanha. O sentimento negativo foi de tal modo transversal que o índice agregado Euro Stoxx 50 derrapou 0,87%.
Ainda assim, o Reino Unido fugiu às perdas e mostrou estabilidade.
No que diz respeito aos futuros, o Brent cai 1,04% e o barril fica-se pelos 72,58 dólares, ao mesmo tempo que o crude contrai 1,06% até aos 69,18 dólares. No mercado cambial, o euro avança 0,23% face ao euro, pelo que um euro está a ser transacionado por 1,0827 dólares.
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