PremiumJoão Cotrim de Figueiredo: “Pedro Siza Vieira não tem peso político para levar a sua avante”

Candidato único à sucessão de Carlos Guimarães Pinto promete lançar “ataques preemptivos” contra “medidas estatizantes” do Governo e centrar debate parlamentar na luta entre socialismo e liberalismo.

Dois meses após ser eleito para a Assembleia da República, João Cotrim de Figueiredo encabeça a única lista para a comissão executiva do Iniciativa Liberal que irá a votos na convenção do partido que decorre neste domingo, em Pombal. O desafio da liderança está a ser abraçado “com enorme entusiasmo” pelo empresário e gestor de 58 anos, ex-presidente do Turismo de Portugal.

Se lhe disserem que é o mais discreto dos três deputados únicos eleitos a 6 de outubro encara como crítica ou elogio?
Nem uma coisa nem outra. Encaro com naturalidade, pois o Iniciativa Liberal (IL) é dos três claramente o partido mais ideológico. Estou ciente do que se exige de mim, mas não me vou pôr à frente de qualquer movimento mediático só para ganhar protagonismo sem conteúdo ideológico por detrás. Serei sempre porta-voz de uma ideia. Nesse sentido, acho normal que o partido mais ideológico tenha mais discrição.

 

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

PremiumJane Fraser: Mulher escocesa atingiu o topo do mundo financeiro de Wall Street

A CEO do Citigroup é a primeira mulher a chegar ao topo de um banco cotado na bolsa mais importante do planeta, após uma fulgurante carreira em instituições de referência. O que também é uma referência, e não das melhores, é que a sua nomeação ainda seja notícia.

PremiumBraga de Macedo e Nuno Cassola: “Alimentou-se a ilusão de que o sistema bancário era sólido”

“Por onde vai a Banca em Portugal?” é o novo livro de Jorge Braga de Macedo, Nuno Cassola e Samuel da Rocha Lopes. Os dois primeiros falaram ao Jornal Económico sobre o passado, a gestão, a supervisão e o futuro do setor.

PremiumPresidente da AEP: “Regredimos mais de uma década ao nível das exportações”

Longe de terem desaparecido, os problemas de capitalização das empresas podem encontrar forte apoio no Banco de Fomento. Mas Luís Miguel Ribeiro, presidente da Associação Empresarial de Portugal, considera que também é necessário um choque fiscal.
Comentários