João Massano candidata-se a presidente do Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados

O advogado vai apoiar e integrar a candidatura de António Jaime Martins a bastonário. “A valorização do advogado, individualmente, e da advocacia, no seu todo, promove-se através da formação e da partilha de experiências multidisciplinares, que trazem à classe uma atualização dos temas e das questões legais que estão na ordem do dia”, defende.

João Massano anunciou esta quarta-feira a sua candidatura à presidência do Conselho Regional de Lisboa (CRL) da Ordem dos Advogados (OA). O advogado tem como principais objetivos o investimento na formação, a continuação e o reforço do trabalho de valorização e dignificação do papel destes profissionais, a partilha de experiências multidisciplinares e a coesão da classe.

“Não existem advogados de primeira e advogados de segunda. Existem advogado. A coesão dos advogados é fundamental para se abordarem questões como a defesa do ato próprio, o combate à procuradoria ilícita ou a emergência das plataformas apoiadas em novas tecnologias”, defende, em comunicado divulgado esta tarde.

Licenciado em Direito e mestre em Ciências Jurídico Empresariais pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, João Massano exerce a profissão desde 1997. O advogado apoia e vai integrar a candidatura de António Jaime Martins, presidente do CRL, a bastonário da OA. Os dois sócios trabalham no mesmo escritório, tendo fundado em conjunto da ATMJ, e ambos pretendem promover a “relevância do advogado no sistema de justiça e na sociedade” e dotar os advogados de melhores ferramentas de trabalho.

O vice-presidente do maior conselho regional do país afirma que a união de todos os advogados em Portugal é necessária para que se criem as condições para exercer “uma advocacia sem fações, em que se garanta o reconhecimento do trabalho dos seus profissionais para uma sociedade mais funcional e mais justa”. A seu ver, também a oferta educativa possibilita a “atualização dos temas e das questões legais que estão na ordem do dia e que preocupam os cidadãos”.

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