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Literacia financeira vai ser reforçada nas escolas

O Conselho Nacional de Supervisores Financeiros e o Ministério da Educação e Inovação assinaram uma parceria com o objetivo de reforçar a literacia financeira entre as crianças e jovens nas escolas.
18 Março 2026, 09h39

O Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) e o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) assinaram uma parceria com o objetivo de reforçar a literacia financeira nas escolas portuguesas e que surge integrada no Plano Estratégico do Plano Nacional de Formação Financeira (PNFF) para o período 2026–2030, indica o BdP em comunicado.

Este plano pretende reforçar a literacia financeira e destina-se ao público adulto e iniciativas que procuram promover e melhorar a eficiência operacional do próprio plano, nomeadamente através da avaliação do impacto das suas iniciativas.

Desta forma, os supervisores financeiros vão produzir materiais pedagógicos, incluindo vídeo-aulas e apresentações, de forma modular, sobre os principais temas identificados nas Aprendizagens Essenciais na dimensão relativa à “Literacia Financeira e Empreendedorismo”.

Por outro lado, vai ser criada uma bolsa de formadores, através da capacitação de estudantes de ensino superior, docentes, entre outros, que dará a possibilidade de darem aulas em articulação com o professor de Cidadania e Desenvolvimento, aos alunos do 1.º ciclo do ensino básico ao ensino secundário, para aumentar os níveis de literacia financeira em Portugal.

Para os futuros professores, será criado um módulo com conteúdos de Literacia Financeira destinado às Escolas Superiores de Educação, promovendo a sua integração nos planos curriculares dos mestrados em ensino.

“No que se refere ao desenvolvimento das competências dos professores do ensino básico e secundário para lecionar a componente de “Literacia Financeira e Empreendedorismo”, pretende-se desenvolver e implementar um conjunto de novos cursos flexíveis, organizados por ciclos de ensino e por temas, que correspondam às necessidades da prática docente dos professores atualmente em funções, sem prejuízo da continuação do curso certificado de formação de docentes”, lê-se no documento.


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